Margem Equatorial é destaque em simpósio com ANTAQ no Amapá

A Margem Equatorial foi tema de um simpósio no Amapá, onde a ANTAQ apresentou perspectivas regulatórias e destacou a importância do estado na agenda nacional. O evento promoveu discussões sobre desafios e oportunidades no direito marítimo.
Margem Equatorial: é destaque em simpósio com ANTAQ no Amapá

A Margem Equatorial se destacou em um simpósio realizado no Amapá, onde a participação da ANTAQ foi fundamental. O evento ocorreu no dia 26 de março de 2026, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil no Amapá (OAB/AP), promovido em colaboração com a Escola Superior de Advocacia (ESA). O diretor da ANTAQ, Wilson Lima Filho, apresentou as perspectivas regulatórias e a crescente importância do estado na agenda nacional.

O papel da Margem Equatorial no desenvolvimento

Durante o simpósio, o tema em discussão foi “Expectativas do Direito Marítimo na Era da Margem Equatorial”. A proposta do evento foi explorar tanto os desafios quanto as oportunidades que surgem com o desenvolvimento das atividades econômicas na região amazônica. Lima Filho enfatizou a relevância do Amapá no contexto nacional, afirmando: “O Amapá está cada vez mais presente na agenda nacional”.

Desafios e oportunidades na margem equatorial

A Margem Equatorial é uma faixa litorânea que se estende do Amapá até o Rio Grande do Norte, destacando-se em discussões sobre exploração energética, logística e sustentabilidade. O simpósio foi uma plataforma para debater os impactos jurídicos, ambientais e econômicos relacionados a esse crescimento.

  • Exploração energética na região
  • Desenvolvimento de infraestrutura logística
  • Desafios ambientais e jurídicos

Além disso, a apresentação de Lima Filho reforçou a soberania nacional e a importância do diálogo entre os setores envolvidos. Ele destacou que o Amapá está se mobilizando para estabelecer uma infraestrutura logística que corresponda à magnitude das iniciativas planejadas.

Participação de autoridades e especialistas

O evento contou com a presença de representantes da Marinha do Brasil, incluindo a Diretoria de Portos e Costas, o 4º Distrito Naval e a Capitania dos Portos do Amapá. Advogados e especialistas em direito marítimo também participaram, contribuindo para um debate enriquecedor sobre o futuro da exploração marítima no Brasil.

A realização desse simpósio coloca o Amapá como um protagonista em um planejamento estratégico voltado para a exploração marítima e o desenvolvimento econômico do país.