A família Pinheiro, controladora da Hapvida, elevou sua participação na empresa para 50% do capital, em meio a um cenário de queda nas ações e críticas de investidores.
O que motivou o aumento da participação
Recentemente, a Hapvida viu suas ações caírem, levando os Pinheiro a consolidar seu controle acionário. Antes com 42% das ações, a família agora utiliza um derivativo junto ao BTG Pactual para garantir a nova posição.
Sem planos de fechamento de capital
Fontes próximas à empresa afirmam que não existem intenções de fechamento de capital após essa movimentação, que visa estabilizar a situação financeira da Hapvida.
Venda da operação no Sul como estratégia
Para melhorar a imagem e desempenho financeiro, a Hapvida está se preparando para vender sua operação no Sul do Brasil. O BTG Pactual foi contratado para encontrar um comprador para esses ativos.
Detalhes da operação no Sul
A operação inclui ativos adquiridos da Clinipam e do Centro Clínico Gaúcho, totalizando oito hospitais, 21 clínicas e 490 mil vidas. Essa venda poderia posicionar a nova empresa como a segunda maior operadora na região.
Reestruturação na administração da Hapvida
Além da venda, a Hapvida está passando por mudanças em sua administração. O atual CEO, Jorge Pinheiro, deixará o cargo e será substituído por Luccas Adib, atual CFO, que deve trazer novas perspectivas à companhia.
A visão do novo CEO
O novo CEO, Luccas Adib, foi escolhido para liderar a empresa em um momento desafiador, buscando inovações e um novo ritmo de crescimento. Jorge Pinheiro continuará no conselho, apoiando a transição.